Rosa Maria Almeida de Oliveira - (Salvador-BA) - 02/12//2008

Eu nasci na Mooca na rua Ibitinga n 801 e fui criada na rua Ourinhos n 414 depois fui morar na rua Campo Largo 919  Morro de saudades a onde eu fui tão feliz;   minha filha ainda nao abriu o meu orkut;  minha filha também nasceu na Mooca em 1989 na Associação Maternidade São Paulo na Frei Caneca;  dai   em  1990 nós mudamos para Salvador; fiquei feliz mais hoje em dia sinto muita falta das pessoas, amigos que deixei ai principalmente na rua Enta 276 que é a casa do meu pai de santo Zezinho de Oxalá  infelismente não tenho condições de ir para São Paulo mais eu tenho certeza que breve estarei ai . Beijos para todos e muitas saudades de Sampa


 

Sergio M Sarno - (São Paulo-SP) - 01/12/2008

Caro amigo Hugo Linzmaier               
As peças foram se juntando e realmente ficou claro que naquele local houve um cemitério (rua da Moóca, esq.com Rua Juvenal Parada).  Como eu disse anteriormente, joguei bola no juvenil do vasquinho  e, os jogos eram de Domingo de manhã e começavam cêdo pois,  pois o Extra jogava logo depois,  no juvenil jogavam o Paulo (ponta direita) o Vadinho (meia) eu , meia (esquerda) o oscar(açogueiro) e outros. Gostaria de saber se o vasquinho esta ainda em atividade, a sede estava na Rua da Moóca, quase esquina com a Tobias Barreto; quem souber por favor informe através do Portal.   Abraços


Alcides "Cidão" Garcia - (São Paulo-SP) - 30/11/2008

Caro Hugo Linzmaier
Coincidência ou não, o Vasco da Gama, time em que eu joguei no ano de 1956 e cujo zagueiro central era o Cigano, foi fundado em 1924 durante a revolução. Vão se juntando as peças...
Um afetuoso abraço.


Alcides "Cidão" Garcia - (São Paulo-SP) - 29/11/2008

Caro Rogério
Conheci seu pai e tio, principalmente o Burrão que eu gostava de "atazanar".
Abraço carinhoso.


Hugo Linzmaier - (São Paulo-SP) - 29/11/2008

Completando a informação do cemitério: Santa Margarida que fora criado para sepultar os combatentes da revolução de 1924, bem como 1932 e depois desativado, transformando-se num campo de futebol. Na época, quando jogava o Vasco da Gama da Mooca, na entrada do estádio ainda tinha uma referência do referido cemitério, ou seja, a mesma entrada do cemitério era a mesma entrada para se ver as partidas que lá se realizavam. Nos fundos do campo de futebol morava ainda uma família (ao lado dos vestiários)  que chegou a dar assistência ao cemitério e que tinha como zelador o senhor Adão. Esse cidadão deu continuidade ao seu trabalho para servir o Vasco da Gama da Mooca e fazia malabarismos com a bola de futebol como exibição, além de cuidar do referido expaço futebolístico. Outra curiosidade é que nesse campo de futebol jogaram grandes craques, tais como: Aldo Guida do Palestra Itália e depois do Comercial; Otávio do Vasco da Gama do Rio de Janeiro; Argentino, Cai Cai, Galdi, Cigano etc do Vasco da Mooca;Gijo, Saverio, Renganeschi, Bauer, Noronha do São Paulo F.C. e outros.  Todo o ano, quando do aniversário do Vasco da Gama, podiamos ver um time da primeira divisão jogando contra.
Gostaria de fazer uma propaganda do meu livro: "Etnias e Migrações: Origens das Raças", que tem um capítulo sobre a memória, páginas 304 a 322 "Super QI Inteligências", que relata como "usar o lado direito do cérebro". A pessoa que  não mudar o comportamento rotineiro acaba não tendo memória, ou seja, ele passa sempre por uma via e nota, subitamente, que há uma demolição e não se recorda o que havia lá no dia anterior. É justamente o caso do Cemitério Santa Margarida, constava lá uma placa até o ano de 1970 e ninguém se recorda. Em suma: para se guardar uma informação e não esquecer há necessidade de um "ícone", caso contrário o cérebro deleta. Para se ter sucesso é necessário: fé, ícone e ação, além da identidade cultural: "Consciência das necessidades". Maiores informações: " Web Google: Hugo Linzmaier " tem mais de duzentos "sites". 


Aline Petroni Cezario - (São  Paulo) - 27/11/2008

Moro na Vl. Matilde, nasci no Braz, sou descendente de famílias italianas como os Ferro, os Petroni, os Gunella, Ficorilli...e assim vai!rs Tenho muito amor, orgulho e respeito pelos imigrantes italianos que largaram sua vidas na nostra Italia para tentarem uma nova no "Brasile". E pelo amor que tenho à minha "raça", mesmo com meus 24 anos de idade, sinto uma nostalgia de coisas que não vivi...pelo menos nesta vida. Amo ir ao Memorial do Imigrante, adoro os ares da Mooca! A feria é demais! Minha vizinha e amiguinha Fabiana Fiuza mudou-se com a mãe, para Mooca, há uns 5 anos. Deixo um abraço para ela!
Adorei o Portal da Mooca! Suas informações riquíssimas e o "design" belamente nostálgico que me remete aos anos 20/30/40 que tanto gosto.
Desejo a todos os mooquenses que continuem sendo preservadores de sua História e que continuem tendo este orgulho.
BACI A TUTTI! A presto!


Sergio M Sarno - (São Paulo-SP) - 26/11/2008

Srs.Alcides "Cidão" Garcia e Antonio José Carvalho : Antes do Grupo Escolar Pandiá Calogeras   ser construido éra um terreno baldio que passou a ser ocupado pelo clube Vasco da Gama, mais conhecido como vasquinho, cujos jogos de futebol eram realizados ali, o campo éra cercado por muros e tinha uma pequena arquibancada de madeira de mais ou menos 8 degraus.  Estou com 72 anos de idade, joquei no vasquinho no juvenil, tinha uns 15 anos e nunca soube que ali tinha sido um cemitério, porem a dúvida vai continuar existindo até que oficialmente seja informado. Abraços


Hugo Linzmaier - (São Paulo-SP) - 25/11/2008

Antônio José Carvalho, com relação ao cemitério da rua da Mooca com a Juvenal Parada. O nome do cemitério: Cemitério Santa Margarida, consta que foram enterrados nesse lugar as pessoas que morreram durante a revolução de 1924, possivelmente também a de 1932. Foi desativado e acabou sendo o campo oficial do Vasco da Gama da Mooca.
A família Carvalho foi pioneira no bairro da Mooca: Agenor de Carvalho, José de Carvalho etc. moradores com endereço na rua da Mooca 3369. Eu morava ao lado no número 3375. Conhecida também no local, na época, Casa de Calçados Carvalho ( a primeira loja de calçados, com todo o luxo,  da Mooca ) antes do cine Imperial.
Abraços


Rogerio Pereira de Souza - (São Paulo-SP) - 25/11/2008

Gostaria de dar os meus parabéns a todos os mooquenses e falar que eu amo a Mooca nasci e cresci na rua javari sou filho de Arnaldo Pereira de Souza e Amalia Caruso de Souza meu pai era conhecido como "Fantasma" e o meu tio era o Antenor mais conhecido como "Burrão" ambos adoravam a Mooca e principalmente o Juventus.
Abraços


Alcides "Cidão" Garcia - (São Paulo-SP) - 25/11/2008

Amigo Antonio José Carvalho
Antes de mais nada permita-me chamá-lo de amigo, afinal nós moquenses pertencemos a uma só grande família. Quanto ao cemitério devo dizer que se havia ou não um cemitério oficial naquela área, somente os centenários que ainda estão vivos poderão confirmar ou não. Não sei se por respeito ou medo, as pessoas evitavam passar por aquela área durante a noite. Em meu tempo de criança, eu vi, durante o dia, muitas beatas se benzendo ao passar pelo local. Algumas acendiam velas. Eu ouvi também um certo gaiato dizer que a Juvenal Parada, na realidade era a parada do Juvenal, um feitor que havia sido enterrado durante a escravidão e que sua alma penava pelo pedaço. Eu como era um menino irrequieto e corajoso, costumava entrar no terreno pela Oratório e ficava horas apanhando goiabas e pitangas com meu amigo Mário Feio. Como naquele tempo a maioria dos terrenos pertenciam à Cia. de Terrenos Parque da Mooca, talvez na Prefeitura você ache uma pista do que está procurando. Um forte abraço.


Moisés Moraes -  (São Paulo-SP) - 24/11/2008

Parabenizo a iniciativa desse portal em remontar a história da querida e apaixonante Mooca.  Contudo, a Mooca acumula mais de 450 anos de história e ela não foi construída somente pelas famílias italianas, ao contrário, faltam histórias do portugueses, espanhois e libaneses que tanto empenharam seus sonhos e esforços para construir esse "Estado de Espirito Moquense".

Abraços


Antonio José Carvalho - (São Paulo-SP) - 21/11/2008

Senhores 

Tem uma passagem neste conceituado Portal que se intitula "A BARROCA E O TCHIPUM" , com Texto extraído do livro “Mooca, berço dourado”, de autoria de Alcides Barroso Garcia, o Cidão Vasco da Mooca e depois do Clube Paz que fala de um antigo cemitério que se situava nas esquinas da Rua da Mooca com  a Rua Juvenal Parada . 

Não estou conseguindo nenhuma outra referência a respeito do citado cemitério mesmo após consulta ao  Arquivo Histórico Municipal cuja resposta está abaixo reproduzida . 

Para fins de pesquisa histórica apreciarei muito se algum dos habituais leitores/colaboradores do Portal da Mooca puder informar algo a respeito deste antigo cemitério , pelo que antecipo agradecimentos .


Claudia Novaretti - 24/11/2008

Boa tarde 

Estamos a procura de Maria Aparecida Valentin que morou na rua Padre Raposo na década de 50 seus pais chamavam José e Vitória e ela tem um irmão chamado Antonio José. 

Aguardamos resposta neste e-mail (novaretticlaudia@yahoo.com.br) e também wilmirene@yahoo.com.br 

Obrigada


Gloria - (Turdera-Argentina) - 21/11/2008

Alo tudo bem? com saudades de este portal


José Angel P. González - (São Paulo)- 20/11/2008

Caro guilherme samuel naveira e josé manoel, somos o zé e o suso , que moravamos na rua da moóca ,filhos do jesus e da celia ,se lembra? moravamos em frente à igreja de san genaro, e estudavamos com voces no firmino, vocé com meu irmão suso e eu com o zé manoel , como estão seu pai e sua mãe fomos para a españa, mas entre idas e vindas voltamos para a querida moóca , desta vez creio que para sempre , fiquei feliz por este primeiro contato , e como não poderia de deixar de ser, atraves do  bairro da moóca, envienos o seu email para um proximo contato , abraços a todos e até breve


Gloria - (Turdera-Argentina) - 16/11/2008

Desejo saber como posso me conetar com meu amigo Jorge Calaf, faz muito tempo que não sei nada dele


Wiliam José Barizon - (Presidente Prudente-SP) - 14/11/2008

Olá , boa tarde. 
Já deixei uma mensagem no Livro de Visitas de vcs. e divulguei para alguns amigos o site. Sempre que posso
faço uma visita e solicitei que me enviem e-mails sobre o portal
Entretanto minha mensagem atual é a de parabenizar o portal pois nos faz viver, ou reviver  um mundo que
vive em cada um daqueles que conheceram a Moóca.


Nivaldo Conforte - (São Paulo-SP) - 09/11/2008

Sou amigo,fã, do Rau, ex Juventus e também concordo com vc quanto a sua pessoa, o Rau é o cara. Valeu a Homenagem. Abraços do Nivaldo da Mooca.
Tchau Bella!


Cristiane Costa - (São Paulo-SP) 09/11/2008

Eu gostaria de saber quem se lembra do jogador Raudnei? Ele foi a pessoa mais humilde e maravilhosa que eu já conheci. obrigada


Orazio Papa - (São Paulo-SP) - 07/11/2008

Voltei no tempo lendo as lembranças do Sr Marcio Donato na seção "Eu me Lembro".
Morei na Rua dos Pássaros até 1965 (quando tinha 11 anos de idade), mudando-me após essa data para a Rua Paschoal Moreira. Portanto, vivi essa época citada pelo Sr. Marcio.
Gostaria de acrescentar algumas lembranças com relação ao Campo dos Bois:
Cabe lembrar do campo de Botcha, que inicialmente ficava paralelo ao campo 1  citado pelo Sr. Marcio (entre o campo e a Rua Itaqueri), proximo ao Rio que atravessava a rua Cassandoca.
Lembro também de um time chamado "Democrata", creio que jogava no campo 1 aos sábados de manhã.
Com relação aos jogadores da época, não podemos esquecer do irmão do KID, creio que se chama Welton, jogava também no CBD e depois creio que jogou no Urano. Foi um dos melhores jogadores de várzea que vi até hoje. Também não podemos esquecer do Osmar (jogava no Santos) foi profissional pelo Juventus e São Paulo F.C. onde encerrou a carreira precocemente por contusão.
Teve uma época, que no campo 2 (do meio) jogou por um tempo um time do Brás chamado APEA.
Finalizando, parabenizo o Sr. Marcio Donato pelas lembranças, que me fizeram voltar no tempo.


Sandra Regina Melite - (São Paulo) - 07/11/2008

Meu nome é Sandra Regina, pertenço à familia Melite,um dos primeiros moradores da rua da Mooca. Meus avós eram italianos,e neste bairro fixaram-se.Nasci e cresci e constitui família neste maravilhoso bairro. Assisti a várias corridas de rolemã quando criança. Eu e meus filhos, também moquenses,amamos esta Nação chamada Mooca, à qual foi premiada com a chegada de mais uma moradora, Alice minha querida netinha.Mooca te amo.


J.Cleiton Carnavale - (SãoPaulo-SP) - 01/11/2008

Amo minha rua, nasci em 1967 numa vi-linha a onde mora minha nona meu nono, meu avô e avó, tias, primos(a) os meus primeiros amiguinhos que tenho contato até hoje, meu nono (bisavó) siciliano chegou a mais de 100 anos neste bairro que já mudou muito, mas que conserva um encanto colonial, adoro passear pela PAES DE BARROS a noite com meu filho esposa e minhas duas cachorras e colocar no coração de meu filho que nosso bairro e um pouco de nos mesmos, do bom e do ruim, quero que ele pise na terra a onde seus tataravos pisaram e manter nossos negócios no bairro e um prazer que meu filho vai herdar do pai, a família Carnavale e feita da terra do ar da brisa do goste de molho da mooca de gente guerreira que colonizou e ajudou em muito a construir essa cidade, os fabriqueiros como se dizia,com muito orgulho sou mooquense


Sônia Soares - (Guarulhos-SP) - 30/10/2008

Moóca é o local onde toda a família de minha mãe nasceu, cresceu e viveu. No cotonifício Crespi, trabalharam meus bisavós (minha avó casou-se duas vezes) e seus dois maridos morreram em acidente de trabalho no cotonifício bastante jovens. Ao primeiro marido, foi doado um túmulo no cemitério da quarta parada. Minha avó, minha mãe, minhas tias trabalharam muito nesta fábrica, onde hoje é o Extra. Ainda tenho parentes que moram por lá. Estou à procura dos documentos referentes ao Cotonifício. Gostaria de saber para onde foram ou onde estão arquivados. Se alguém tiver essas informações, ficarei muito grata.


Nivaldo Conforte - (São Paulo-SP) - 25/10/2008

Bom Dia, Cidão.
Estou bastante contente de vc também ter estudado no Externato Mattoso, mas não precisa tratar-me como Senhor, afinar bello, nóis é da Mooca meu. Orra meu.
Escreva mais  e divulgue o nosso portal.
Um grande abraço.
Tchau bello.
Nivaldo da Mooca.


Fabio Luiz de Souza -  18/10/2008

Bom dia.

Estou em busca de informações sobre meu avô, que era portugues e chegou ao Brasil em 1913, para dar entrada no pedido de dupla cidadania.

Estou com muita dificuldade em encontrar o numero de assento dele.

Gostaria de saber se por acaso vocês possuem informações sobre os portugueses que chegaram ao Brasil neste ano.

Eu não moro no Brasil e por isso não posso ir ate ai fazer uma visita a vocês. Mas se caso vocês tiverem alguma informação encaminharei alguém ate ai.

 


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